Páginas

Fique por dentro das atualizações

Clique no botão abaixo para saber sempre que houver novas postagens e arquivos.

 Subscribe in a reader

Publicidade

Mostrando postagens com marcador opinião. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador opinião. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 11 de abril de 2012

OI: Simples assim... ou nem tanto?


Quem vê a Oi pleiteando o reajuste da tarifa da ligação fixo/móvel, inclusive com ação na Justiça contra a Anatel, poderia se perguntar: quem é a Oi?
Nós respondemos. A empresa faz parte do grupo que, em 1998, no processo de privatização do Sistema Telebrás, foi montado para não ganhar a concessão. Apesar disso, acabou levando 16 estados da Federação com apenas 1% de ágio sobre o valor proposto para a venda das empresas de telecomunicações que compunham essa área. Os recursos vieram, em boa parte, dos cofres públicos. Tanto que, ainda hoje, o governo detém 49% das ações da empresa – parte via BNDES (13%) e parte dos fundos de pensão – Previ, Petros e Funcef. Como acionista, o governo tem assento no Conselho de Administração da empresa.


Por causa disso, a Oi sempre se vangloriou de ser um grupo verdadeiramente nacional. E era, até a entrada da Portugal Telecom. Só que mesmo antes disso a Oi jamais teve qualquer compromisso com a indústria nacional, muito menos com o desenvolvimento e a pesquisa no país.  Em 2008, quando assumiu o controle da Brasil Telecom, a empresa chegou a se comprometer a investir em pesquisa e na compra de equipamentos nacionais. Nada disto ocorreu. Ciência e tecnologia brasileiras nem de longe estiveram entre as suas prioridades.

Em 2010, quando estabeleceu sua parceria com a PT, prometeu mais uma vez investir  em tecnologia, utilizando a expertise da empresa portuguesa, para implementar fibra ótica na última milha. E ainda anunciou que a inclusão no cenário internacional seria um dos seus desafios, chegando até mesmo a países africanos. No primeiro caso, ainda está engatinhando. No segundo, não há, pelo menos publicamente, nenhum projeto de alcançar outro continente.

Ainda em 2010 quando o governo federal lançou o PNBL (Plano Nacional de Banda Larga), a Oi não economizou nas promessas e se colocou como a grande empresa que poderia dar suporte a este plano com sua rede nacional.

Não só nada disso se efetivou como, contrariando as expectativas do seu discurso, a concessionária se juntou às outras empresas no combate às cláusulas relativas à  expansão da banda larga. E tenta descaracterizar o Termo de Compromisso assinado com a Anatel e o Ministério das Comunicações, refutando, sempre que possível, as metas de qualidade propostas pela Agência.

De quem é a responsabilidade por esse comportamento da Oi? Dos empresários que compõem o seu Conselho de Administração ou dos representantes do governo e dos fundos de pensão que não interferem na política definida pela empresa?
Como o descompromisso com o Estado e a sociedade faz parte da natureza dos empresários, que visam única e exclusivamente o lucro, é fácil concluir qual a resposta correta.

Afinal, o que faz o governo neste Conselho de Administração, se já abriu mão de parte desse poder para garantir a entrada da Portugal Telecom na Oi e continua a demonstrar total desinteresse em interferir na política da empresa? É essa postura passiva que influencia diretamente não só no descumprimento de metas de qualidade como nas políticas públicas governamentais, dentre elas a universalização da banda larga brasileira.

Por que o governo não cobra mais coerência da Oi, supostamente a grande parceira do Estado brasileiro? A Oi nunca deu qualquer bom exemplo à iniciativa privada. Ela poderia reduzir a assinatura básica, permitindo maior acesso da população aos serviços de telefonia fixa. Poderia se comprometer com a política do Aice (Acesso Individual Classe Especial) proposto, justamente, para viabilizar a telefonia fixa para os mais pobres. A Oi nunca fez nada disso.

E a questão não atinge apenas os usuários. O nível de terceirização na Oi é escandaloso. Milhares de trabalhadores que prestam serviço à empresa na instalação e manutenção da rede de telefonia e na área de teleatendimento - neste último caso via sua subsidiária, a Contax -, são submetidos a salários e condições de trabalho aviltantes.

O Instituto Telecom volta a cobrar do governo federal que assuma o seu papel e discuta as suas responsabilidades dentro do Conselho de Administração da Oi. Afinal, ela se comporta como uma empresa qualquer, sem nenhum compromisso público. A grande pergunta é: o que o Estado pretende da Oi? Uma questão simples assim.

quarta-feira, 21 de março de 2012

Dica quente: Gerador de História em Quadrinhos

Se queriam uma ferramenta útil, simples e fácil de usar, aqui está: toondoo.com 




O ToonDoo é uma ferramenta perfeita para crianças, jovens e adultos, pois propicia um jeito muito fácil e divertido de criar cartoons totalmente personalizados, sem a necessidade de quaisquer habilidades em desenho.Ele traz um ambiente completo para você soltar a imaginação e criar os mais variados tipos de tirinhas, onde é você quem define cada detalhe das cenas, sendo que os elementos já estão prontos para serem aplicados ao seu painel.Você vai poder mudar os cenários e os personagens com liberdade total, como se estivesse criando um painel de colagens. Assim, não é necessário mais do que alguns minutos para formar historinhas de humor, suspense, romance, drama ou com mais quantos conteúdos que você imaginar. Ao fim de cada criação, você ainda pode salvá-las na sua conta do serviço ToonDoo, para acessar sempre que quiser e também com a possibilidade de divulgá-las no site para que os outros usuários conheçam os seus potenciais "artísticos".Como usar?Ao entrar no site, você precisa apenas criar uma conta simples, contendo um nome, uma senha e o seu endereço de e-mail. Então, depois de se registrar, você já pode iniciar as suas criações clicando no botão "Create your own", pois não é necessário nenhum tipo de ativação da conta e você pode ir direto ao assunto.Uma nova janela é aberta e nela você vai conferir um painel para selecionar personagens, fundos, balões de diálogo, objetos, animais e outros elementos do cenário, assim como vai poder acessar ferramentas para redimensionar, rotacionar, inverter e mudar a posição dos elementos na cena.Você ainda pode criar personagens novos com personalização total, armazenando-os em uma galeria especial para depois aplicar às suas tirinhas. Dessa forma, vai poder escolher exatamente como os protagonistas das suas histórias vão ficar, incluindo como serão olhos, boca, nariz, formato da cabeça, roupas e até expressões faciais. 

Vale a pena usar e recomendo 100%!  

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Scrap idiota que está rolando nas redes sociais

Não costumo perder meu tempo com tal tipo de recado, mas este passou o limite da racionalidade. O que mais me espanta (ou não!) é o fato de estar sendo repassado por milhares de crianças e pré-adolescentes que se dizem "estudantes". Os comentários entre parênteses são meus.

Para que ir pra escola?
Espanhol: tenho dicionário
(Tente usar um ao mesmo tempo em que lê um livro ou uma revista...)

Inglês: eu vejo filmes
(E provavelmente não deve OUVIR e ENTENDER o que está acontecendo...)

Português: se eu não soubesse não estaria escrevendo isso
(Como NÃO sabe, escreve “isso” ao invés da forma correta “ISTO”)

História: estão mortos
(E em sua família TODOS devem estar vivos, não é mesmo?)

Ciência: já sei as principais partes do meu corpo e naum quero saber maiis
(Se não aprendeu PORTUGUÊS até aqui, imagine CIÊNCIAS. Ah, mas a musiquinha da “cabeça, ombro joelho e pé” deve ser suficiente...)

Geografia: tenho GPS
(Sabe ler e interpretar o “GPS”? Ou talvez, sabe o que significa “GPS”? Certamente ele irá opinar e comentar sobre a mais recente crise econômica e política...)

Matemática: tenho CALCULADORA
(Então tente usar uma para aplicar o teorema abaixo...





... e quem sabe compreender a dedicação, sacrifício e AMOR de seus PAIS por você.)

Artes: é só imprimir do GOOGLE
(Nossa! Como você é inteligente! Já sabe que botão aciona o comando “imprimir”! Será que já sabe onde fica algum Guggenheim?)    

#Se vc pensa assim repasse
(Melhor teria sido dizer: se você pensa e age como um idiota...)

domingo, 24 de abril de 2011

FELIZ PÁSCOA... OU UMA BELA DIARREIA!!!

sexta-feira, 22 de abril de 2011

FELIZ ANIVERSÁRIO MAMÃE!

Rudyard Kipling escreveu as mais belas palavras que os pais poderiam deixar para seus filhos. Todos nós sabemos que nós, filhos, não somos "propriedade" particular e exclusiva de nossos pais: eles nos criam para pertencer ao mundo.


Hoje, 22 de abril, é o aniversário de Mamãe. E Kipling pode até se revirar no túmulo, mas vou cometer o "sacrilégio" de alterar seu mais belo poema para minha MAMÃE.






SE

Se és capaz de manter tua calma, quando,
todo mundo ao redor já a perdeu e te culpa.
De crer em ti quando estão todos duvidando,
e para esses, no entanto, achar uma desculpa.

Se és capaz de esperar sem te desesperares,
ou, enganada, não mentir ao mentiroso,
Ou, sendo odiada, sempre ao ódio te esquivares,
e não parecer boa demais, nem pretensiosa.

Se és capaz de pensar - sem que a isso só te atires,
de sonhar - sem fazer dos sonhos teus senhores.
Se, encontrando a Desgraça e o Triunfo, conseguires,
tratar da mesma forma a esses dois impostores.

Se és capaz de sofrer a dor de ver mudadas,
em armadilhas as verdades que disseste
E as coisas, por que deste a vida estraçalhadas,
e refazê-las com o bem pouco que te reste.

Se és capaz de arriscar numa única parada,
tudo quanto ganhaste em toda a tua vida.
E perder e, ao perder, sem nunca dizer nada,
resignada, tornar ao ponto de partida. 

De forçar coração, nervos, músculos, tudo,
a dar seja o que for que neles ainda existe.
E a persistir assim quando, exausta, contudo,
resta a vontade em ti, que ainda te ordena: Persiste! 

Se és capaz de, entre a plebe, não te corromperes,
e, entre Reis, não perder a naturalidade.
E de amigos, quer bons, quer maus, te defenderes,
se a todos podes ser de alguma utilidade.

Se és capaz de dar, segundo por segundo,
ao minuto fatal todo valor e brilho.
Tua é a Terra com tudo o que existe no mundo,
e - o que ainda é muito mais - és a Mulher mais perfeita, minha mamãe querida!

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Filhos São Espelhos dos Pais? Ou Reflexos Distorcidos?

Prefiro não generalizar, pois muitos filhos de pais e/ou famílias distorcidas superam, em muito, os péssimos exemplos a que são expostos...


segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

FÉRIAS: Merecidas e proveitosas férias

É isso aí: até 2011 em paz e em repouso catártico porém intelectual.

E lembro a todos que as postagens com planilhas de notas já foram deletadas. Creio que todos já sabem os resultados, né?


Bom, até 2011...

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

AUMENTO DE SALÁRIO NO CONGRESSO? TRISTE FATO...

EU FIQUEI MUITO 
ORGULHOSO COM A 
DECISÃO DE DAR AUMENTO 
AOS SENADORES E DEPUTADOS

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

PROVA DE ELITE: Fuvest 2010, não foi surpresa.

Crítica do educador Mateus Prado ao vestibular 2010-2011 da FUVEST. A USP, contrariando a tendência de outras universidades públicas, aplicou um sistema de ingresso elitista, privilegiando a decoreba ensinada em cursinhos e escolas particulares...
 Fonte: Último Segundo - IG 

Não foi a Fuvest de sempre
Nota de corte caiu porque a prova foi mais difícil e parte do conteúdo da 1ª fase só é visto em escolas tradicionais particulares
Como eu já havia previsto nesta coluna do IG Educaçãoas notas de corte da Fuvest 2011 caíram. A prova foi mais difícil, a concorrência diminuiu e as questões pareciam estar ali para selecionar somente para os cursos mais tradicionais e escolher um tipo bem específico de aluno. Era muito fácil prever que a nota de corte iria cair.
Posso dizer que, hoje, estão extremamente satisfeitas cerca de duas dezenas de escolas particulares tradicionais do Estado de São Paulo, por que a prova deste ano, mais do que nunca, foi feita quase que por encomenda para elas. Muitas das questões propostas pela prova tinham conteúdos que só são vistos nestes colégios. As outras milhares de escolas não chegam a esses conteúdos, e na verdade nem precisam chegar. Também devem estar satisfeitos os sistemas de ensino, que, em sua maioria, enchem os currículos de conteúdos e decorebas e impedem que o professor possa de fato ser um educador.
Notem que mais de 10 cursos tiveram 22 acertos como nota de corte. Para entender melhor o que isso significa, um aluno que soubesse resolver corretamente só sete das 89 questões e marcasse todas as demais em uma única alternativa teria uma nota maior que 22. O que acontece é que boa parte de quem vai estudar na USP no próximo ano teve nota menor que 40% da prova na Fuvest (menos de 36 pontos). Isso mostra que alguns dos alunos que fazem a USP não são capazes de permanecer na vida universitária? A resposta é não. Do jeito que é o vestibular da USP, e neste ano mais que nos outros, ele não seleciona aqueles que são mais capazes de ter sucesso no ensino superior. Vários futuros alunos com nota baixa no vestibular de primeira fase que serão ótimos profissionais e um monte de alunos com nota alta que serão péssimos profissionais.
Isso acontece por que não há, hoje, nenhuma relação direta entre acertar questões conteudistas e ter a capacidade de compreender fenômenos, resolver problemas, fazer e implementar um projeto de vida e conviver de forma ética valorizando as diferenças e a diversidade.
O vestibular, por si só, é excludente. Ele parte da lógica de que existem mais candidatos do que vagas e por isto é necessário selecionar. A USP deste ano reforçou a função de ser, além de excludente, elitista.
Quando se escolhem as questões que estarão em uma prova, se escolhe o perfil de aluno que quer que entre na instituição. Que fique claro, isso não é somente a minha opinião. É o que tem dito o reitor da USP em suas entrevistas. Ou seja, a prova mais difícil, com suas questões conteudistas, não foi mera coincidência. Isso foi feito de forma planejada e articulada, para que o reitor encontrasse exatamente o aluno que ele quer.
Se o reitor quisesse alunos que conseguem conviver no ambiente universitário, não precisava fazer uma prova absurda como foi essa última da Fuvest. É muito mais importante saber as capacidades cognitivas, a resiliência - capacidade do indivíduo de lidar com problemas, superar obstáculos ou resistir à pressão de situações adversas - e a formação ética do candidato do que descobrir se ele sabe o que é "aliteração", "sinestesia" ou o "pretérito perfeito do indicativo".
Alguma coisa precisa ser feita para a USP se democratizar. O caminho, daquela que se orgulha de ser a melhor universidade da America Latina, tem sido o contrário. O vestibular, como vimos, foi totalmente contrário às reformas que os demais vestibulares do Brasil têm feito e extremamente distante do que há de mais moderno na educação. Foi feito para alguns colégios particulares e para as grandes redes de cursinhos.
Os poucos alunos da rede pública que furam este bloqueio já estão ameaçados, pois o reitor anunciou seu desejo de acabar com os cursos de menor concorrência. E para piorar, apesar de o orçamento da USP aumentar todos os anos (devido à vinculação orçamentária, que dá 9,57% do ICMS para as universidades públicas estaduais), o número de vagas na USP não aumenta na mesma proporção.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

GAME: Roube arquivos secretos de Mr. Obama \o/

Quer saber como é viver na pele do fundador do WikiLeaks? Roube documentos do gabinete do Obama aqui!



Via Jogos

sábado, 4 de dezembro de 2010

HRC - ABRACE ESTA CAUSA

"Hospital Regional do Câncer - Abrace esta Causa"
Banco do Brasil: Agencia: 0194-5  CC.: 50.000-3
CEF: Agência: 0141-6     CC.: 501.501-6   op.: 003
Santander: Ag.:2268       CC.: 13.000184-5
Rua José Merchioratto, 227 - Bairro: Sta Casa - Passos-MG
Cep: 37.900.514
www.hrcpassos.org.br

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

PARABÉNS PROFESSORES! HOJE E SEMPRE!

sábado, 2 de outubro de 2010

Se a matemática não é linear, por que ensinamos assim?

Em inglês, aproveitem...


domingo, 8 de agosto de 2010

FELIZ DIA DOS PAIS!




Pai de verdade mesmo sabe que ser pai não é simplesmente
recolher o fruto de um momento de prazer, mas sim perceber
o quanto pode ainda estar verde e ajudá-lo a amadurecer.
Pai de verdade mesmo não só ergue o filho do chão quando ele cai,
mas também o faz perceber que a cada queda é possível levantar.
Ele não é simplesmente quem atende a caprichos: ele sabe perceber
quando existe verdadeira necessidade nos pedidos.
Pai de verdade mesmo não é aquele que providencia as melhores
escolas, mas o que ensina o quanto é necessário o conhecimento.
Ele não orienta com base nas próprias experiências, mas demonstra
que em cada experiência existe uma lição a ser aprendida.
Pai de verdade mesmo não coloca modelos de conduta, mas aponta
aqueles cujas condutas não devem ser seguidas.
Ele não sonha com determinada profissão para o filho, mas deseja
grande e verdadeiro sucesso com sua real vocação.
Ele não quer que o filho tenha tudo que ele não teve, mas que tenha
tudo aquilo que merecer e realmente desejar.
Pai de verdade mesmo não está ali só para colocar a mão no bolso
para pagar as despesas: ele coloca a mão na consciência e percebe
até que ponto está alimentando um espírito de dependência.
Ele não é um condutor de destinos, mas sim o farol que aponta para
um caminho de honestidade e de Bem.
Pai de verdade mesmo não diz " Faça isto " ou " faça aquilo " , mas sim
" tente fazer o melhor de acordo com o que você já sabe " .
Ele não acusa de erros e nem sempre aplaude os acertos, mas pergunta
se houve percepção dos caminhos que levaram o filho a esses fins.
Pai de verdade mesmo é o Amigo sempre presente,
atento e amoroso - com a alma de joelhos -
pedindo  Luz na hora de dar conselhos ...

sábado, 31 de julho de 2010

Há tempos que ouço pessoas e mais pessoas dizendo que não são valorizadas, que não recebem elogios pelo trabalho desenvolvido, que se sentem pressionadas por todos os lados, e muito mais coisas do tipo. A sensação que fica sempre que ouço tais coisas é uma só: tais pessoas não sabem ou não aprenderam a amar a si mesmas!
Passaram a valorizar o TER e se esqueceram por completo do SER. E, simplesmente, deixaram de SONHAR.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

A "cola" na Era Digital: e já na versão 5!!

As provas geralmente causam arrepios nos alunos, principalmente naqueles que não gostam muito de estudar. Uma maneira muito usada para evitar as notas ruins é a famosa cola, mesmo sendo errada, já que não ensina nada ao aluno. Mas essa solução permite que os alunos  tenham informações importantes sobre a matéria da prova. Uma maneira para organizar a sua cola é utilizar o Chuletas 5.
chuletas 5O aplicativo tem como principal objetivo fazer colas claras e limpas, permitindo que os usuários não tenham problemas na hora de consultar. Um dos pontos positivos de Chuletas 5 é a possibilidade de imprimir o seu texto com a fonte pequena, pois discrição é algo muito importante nessa hora (asuhuhasuh), já que o professor/aplicador não pode ver a folha com as anotações.  O Chuletas 5 tem um visual muito parecido com o Word. Assim, quem usa o editor de texto da Microsoft não terá problemas na hora de usar o aplicativo. Além disso, ele permite que você determine o tamanho do papel e mostra como ficará a impressão, já que o texto deve ser pequeno, mas possível de ser lido sem problemas. Para baixar, (3,8Mb) basta clicar no link abaixo:

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Enem para professor em 2011: finalmente uma ótima notícia!



 

Começará já em 2011 o Exame Nacional de Ingresso na Carreira Docente, uma espécie de "Enem" para professores. A informação é do Inep, braço do Ministério da Educação (MEC) responsável por avaliações desse tipo – o órgão já faz o Enem e o Enade, o antigo provão.

No dia 24 de maio, o órgão começou a receber sugestões de qualquer pessoa, por meio de seu site, para definir detalhes do concurso e o conteúdo a ser cobrado dos futuros professores. Qualquer pessoa pode dar sugestões.

A proposta é criar um banco nacional de professores, uma lista de profissionais que DOMINEM os conteúdos que queiram lecionar, e que poderiam ser contratados por qualquer município brasileiro. Atualmente, cada governo escolhe critérios e métodos de seleção próprios, criando verdadeiros cabides de emprego nas "famosas" Delegacias de Ensino.

Um problema que ainda ficaria por resolver seria a falta de formados dispostos a trabalhar como professores. Em São Paulo, por exemplo, a Secretaria de Educação estadual não consegue preencher vagas para professores de física: 92% dos inscritos foram reprovados no último concurso.

SISU DOS PROFESSORES

A logística seria parecida com a do Sisu, o Sistema de Seleção Unificado criado pela para substituir o vestibular. Assim como na seleção de vestibulandos, o "Enem" para professores seria uma prova nacional e integrada.

O futuro professor faz a prova em sua cidade, recebe a nota e a apresenta em qualquer cidade ou estado do Brasil que tenha aderido ao sistema. Cada secretaria de educação poderá estabelecer notas mínimas para a contratação. Os donos das maiores pontuações terão preferência.

O MEC acredita que a prova ajudaria a elevar e padronizar a qualidade do professorado em todo o país. A prova seria baseada em critérios internacionais de requisitos de um bom professor, apontados pela experiência internacional. Os critérios são comuns a diversos sistemas educacionais com bons resultados e que definiram nacionalmente parâmetros para a docência, tais como: Austrália, Canadá, Cingapura, Chile, Cuba, Estados Unidos e Inglaterra.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Pratique o seu inglês e seja solidário mais de UM dia!!!


A solidariedade, além de alimentar milhares de pessoas, vai ajudá-los a melhorar o nível do inglês:

http://freerice.com/index.php

Joguem o quanto quiser, mas eu recomendo pelo menos 1,000 grains cada vez que houver um tempinho sobrando (sempre temos, não é mesmo?) Existem vários assuntos para escolher e o vocabulário é extremamente enriquecedor.

terça-feira, 13 de abril de 2010

Dia do Hino Nacional Brasileiro: cacofônico e hermético pra nenhuma sociedade secreta colocar defeitos!

Se tem algo que eu gosto bastante, são textos ácidos porém objetivos e que podem agregar algum valor nas pobres e manipuladas mentes da maioria dos brasileiros. Este é um exemplo, direto da Revista Bula (www.revistabula.com)

POR EM 09/03/2009 ÀS 08:22 PM

Herói Cubrado & Retumbante

publicado em
E o escudeiro Retumbante, quem será? Obviamente que outro não é, senão Fernando Collor, que em outras eras foi o algoz de Lula. O senador alagoano acaba de ser ressuscitado das trevas, do fundo de seu impeachment histórico, que representou a sua ré-tumbância. Fernando Collor acaba de se tornar o mais importante parceiro do Herói Cubrado Lula na condução do PAC
Engana-se quem pensa que o horroroso cacófato, encontrado logo no segundo verso do Hino Nacional Brasileiro,  seja apenas fruto da incúria de nossos  antigos compositores. A coisa é muito mais misteriosa do que inicialmente se parece. Na ausência de profetas bíblicos ou mesmo de um Nostradamus de plantão para abrir frestas  no futuro indevassável,  a peça cívico-musical  serviu de meio para a veiculação de secretos recados.   Algum presságio profético, perpetrado por providências enigmáticas, está inserido ali naquela abrupta trombada de letras. Não tenha dúvida.
Nosso hino é propositalmente escrito numa linguagem arrevesada, hermética, quase impossível de entender. Dá a impressão inicial de que se trata de uma peça de exaltação patriótica. Do tipo nóis é o bão. Nóis capota mais num breca. Nóis é nóis e o resto é nóis traveis.  Mas nas entrelinhas o hino dá notícias sinistras de um gigante pela própria natureza, ou seja, um mondrongo que não se adapta à vida prática e que tal mondrongo está deitado eternamente em berço esplêndido. Ou seja, sofre de algum tipo de preguiça de nascença ou distrofia congênita. Faz ainda relatos apocalípticos de armas  (clava), miséria(penhor), de lutas, cruzes  (cruzeiro) e morte.  E aquele salve! salve! do estribilho não deve ser tomado como viva! viva!, como até poderia parecer num primeiro instante. Talvez expresse mais um grito de desespero: help! help! Ou: Ô, cara! Acuda a gente, pô!
Agora o mais terrível mesmo é o tal do cacófato do segundo verso. Esse é de lascar o cano. Lança uma advertência fatal de que num momento tenebroso do futuro, pois o futuro é o cenário próprio das profecias, aparecerá uma dupla arrasa-quarteirão, tipo final dos tempos, para nos atribular de forma irremediável: Herói Cubrado & Retumbante.
E aqui não se trata de personagens satíricos que, numa técnica romanesca, nos alertam pelo contrário senso, que nos mostram como não devemos ser. Assim como Dom Quixote e Sancho Pança, de Cervantes. A profecia do Hino, como de resto toda profecia, é cabalística, fatal, manobrada por forças ocultas, que não retrocedem nunca. Você recebe aviso de que uma desgraça vai acontecer e qualquer esforço para evitá-la significa apenas mais um passo rumo ao buraco.
Sem a pretensão de retirar significados ultraprofundos, nem de realizar leituras acrósticas e transversais, como costumam fazer os exegetas da Bíblia e das Centúrias de Nostradamus, fiquemos com algumas considerações liminares dos dizeres apenas um pouco além dos sentidos textuais.
O binômio Herói Cubrado traz dois termos paradoxais entre si, mas que no fundo são complementares. Herói é o sujeito notabilizado pelos seus feitos grandiosos. Já cubrado requer um pouco mais de imaginação. Trata-se do particípio do verbo cubrar, que neste caso vira um adjetivo, um qualificativo do herói.  Mas que verbo é esse? Vamos devagar que profecia é coisa embaraçada.  Mas quem tiver ouvidos de ouvir, que ouça. Cubrar é uma variação espúria do verbo cobrir, derivada talvez do presente do seu subjuntivo: que eu cubra, que tu cubras,  que ele cubra etc. Daí, o verbo cubrar. Essa derivação não logrou alcançar os dicionários de hoje em dia. Uma desinência que ficou perdida, qual gene recessivo que de vez em quando emerge do fundo atávico  do idioma. Como o verbo ponhar, muito usado na região rural do Mato-Grosso, que pelo mesmo processo, veio do subjuntivo do verbo pôr.
Mas, com os devidos ajustes, herói cubrado seria então herói coberto, ou cobrido. 
Pelo sentido das entrelinhas, boa coisa não é. Coberto na linguagem de fazendeiros e peões significa que a rês fêmea já foi fecundada pelo macho. Em português claro, e obviamente chulo,  Herói Cubrado, quer dizer herói  coberto, ou fodido.  Ou seja, alguém que foi muito bem até certo ponto, mas depois desembestou-se.
E o escudeiro de tal herói, o Retumbante, o que significa? Numa linguagem de dicionário é aquele que reflete com estrondo, que estrondeia, que ecoa, que ribomba, que se vangloria ou se apresenta com arrogância.
Mas numa linguagem de profecia, o significado vai mais além.  É alguém que tendo alcançado posição de destaque, entra num processo de derrocada, de marcha à ré até capotar. Ré-tumbante é exatamente isso. O sujeito não só anda para trás (ré), como ainda tomba(ou tumba, num jeito nordestino de dizer).
O leitor medianamente perspicaz  já terá percebido que a profecia do Hino está em plena operação.
O presidente Lula se constitui no primeiro momento um herói. Retirante nordestino que consegue mobilizar trabalhadores, fundar um partido e chegar à Presidência da República, conduzindo os sonhos de uma nova ordem. Mas daí vem a fase do Cubrado: Aerolula, mensalão, Zé Dirceu, Marcos Valério,  dinheiro na cueca  do assessor e na conta do filho, os aloprados,  apagão aéreo, apóio a Renan, diplomacia pífia, fome zero, parceria com Chavez, o inchaço do estado, a marolinha, o PAC de Dilma, a apologia da ignorância, os impostos escalpelantes, um horror.
E o escudeiro Retumbante, quem será? Obviamente que outro não é, senão Fernando Collor, que em outras eras foi o algoz de Lula. O senador alagoano acaba de ser ressuscitado das trevas, do fundo de seu impeachment histórico, que representou a sua ré-tumbância. Fernando Collor acaba de se tornar o mais importante parceiro do Herói Cubrado Lula na condução do PAC, a maior tramóia de todos os tempos para um projeto de conquista e/ou manutenção de poder. Leia-se: a eleição de Dilma Rousseff!
Portanto, os enviados de mundos sinistros Herói Cubrado & Retumbante, premonizados pela face profética do Hino, já estão revelados e operando as mazelas de que foram incumbidos. Estão aí para aviar as mais terríveis profecias da pós-modernidade brasileira. E aonde isso vai dar? Quem sobreviver verá.  Salve! Salve!

quarta-feira, 31 de março de 2010

O GOLPE DE 1964: nunca podemos esquecer

Excepcional o texto do escritor Celso Lungaretti, que reproduzo aqui. O nefasto golpe de 64 , que até pouco tempo era chamado de "Revolução de 64", mergulhou o país em uma Era das Trevas sem precedentes. Sequestros, tortura, assassinatos, covardes delatores e aproveitadores... IMPUNIDADE. Muitos dos políticos que ainda estão por aí fizeram não só parte, como apoiaram e sustentaram o regime facista que se seguiu após o Golpe. Parafraseando Lungaretti, cabe a nós JAMAIS permitir que tal Era seja esquecida. Bom feriado a todos. 
LIBERDADE HOJE E SEMPRE!


"Ao completarem-se 46 anos da quebra da normalidade institucional no Brasil, mergulhando o País nas trevas e barbárie durante duas décadas, é oportuno evocarmos o que realmente foi essa nada branda ditadura de 1964/85, defendida hoje com tamanha desfaçatez pelos jornalões, seus editorialistas e articulistas.
Como frisou a bela canção de Milton Nascimento e Fernando Brant, cabe a nós, sobreviventes do pesadelo, o papel de sentinelas do corpo e do sacrifício dos nossos irmãos que já se foram, assegurando-nos de que a memória não morra – mas, pelo contrário, sirva de vacina contra novos surtos da infestação virulenta do totalitarismo.
Nessa efeméride negativa, o primeiro ponto a se destacar é que a quartelada de 1964 foi o coroamento de uma longa série de articulações e tentativas golpistas, nada tendo de espontâneo nem sendo decorrente de situações conjunturais; estas foram apenas pretextos, não causa.

Há controvérsias sobre se a articulação da UDN com setores das Forças Armadas para derrubar o presidente Getúlio em 1954 desembocaria numa ditadura, caso o suicídio e a carta de Vargas não tivessem virado o jogo. Mas, é incontestável que a ultra-direita vinha há muito tempo tentando usurpar o poder.

Em novembro/1955, uma conspiração de políticos udenistas e militares extremistas tentou contestar o triunfo eleitoral de Juscelino Kubitscheck, mas foi derrotada graças, principalmente, à posição legalista que Teixeira Lott, o ministro da Guerra, assumiu. Um dos golpistas presos: o então tenente-coronel Golbery do Couto e Silva, que viria a ser o formulador da doutrina de Segurança Nacional e eminência parda do ditador Geisel.

Em fevereiro de 1956, duas semanas após a posse de JK, os militares já se insubordinavam contra o governo constitucional, na revolta de Jacareacanga.

Os oficiais da FAB repetiram a dose em outubro de 1959, com a também fracassada revolta de Aragarças.

E, em agosto de 1961, quando da renúncia de Jânio Quadros, as Forças Armadas vetaram a posse do vice-presidente João Goulart e iniciaram, juntamente com os conspiradores civis, a constituição de um governo ilegítimo, só voltando atrás diante da resistência do governador Leonel Brizola (RS) e do apoio por ele recebido do comandante do III Exército, gerando a ameaça de uma guerra civil.

Apesar das bravatas de Luiz Carlos Prestes e dos chamados grupos dos 11 brizolistas, inexistia em 1964 uma possibilidade real de revolução socialista. Não houve o alegado "contragolpe preventivo", mas, pura e simplesmente, um golpe para usurpação do poder, meticulosamente tramado e executado com apoio dos EUA. Derrubou-se um governo democraticamente constituído, fechou-se o Congresso Nacional, cassaram-se mandatos legítimos, extinguiram-se entidades da sociedade civil, prenderam-se e barbarizaram-se cidadãos.

A esquerda só voltou para valer às ruas em 1968, mas as manifestações de massa foram respondidas com o uso cada vez mais brutal da força, por parte de instâncias da ditadura e dos efetivos paramilitares que atuavam sem freios de nenhuma espécie, promovendo atentados e intimidações.

Até que, com a edição do dantesco AI-5 (que fez do Legislativo e o Judiciário Poderes-fantoches do Executivo, suprimindo os mais elementares direitos dos cidadãos), em dezembro de 1968, a resistência pacífica se tornou inviável. Foi quando a vanguarda armada, insignificante até então, ascendeu ao primeiro plano, acolhendo os militantes que antes se dedicavam aos movimentos de massa.

As organizações guerrilheiras conseguiram surpreender a ditadura no 1º semestre de 1969, mas já no 2º semestre as Forças Armadas começaram a levar vantagem no plano militar, introduzindo novos métodos repressivos e maximizando a prática da tortura, a partir de lições recebidas de oficiais estadunidenses.

Em 1970 os militares assumiram a dianteira também no plano político, aproveitando o boom econômico e a euforia da conquista do tricampeonato mundial de futebol, que lhes trouxeram o apoio da classe média.

Nos anos seguintes, com a guerrilha nos estertores, as Forças Armadas partiram para o extermínio premeditado dos militantes, que, mesmo quando capturados com vida, eram friamente executados.

A Casa da Morte de Petrópolis (RJ) e o assassinato sistemático dos combatentes do Araguaia estão entre as páginas mais vergonhosas da História brasileira – daí a obstinação dos carrascos envergonhados em darem sumiço nos restos mortais de suas vítimas, acrescentando ao genocídio a ocultação de cadáveres.

O milagre brasileiro, fruto da reorganização econômica empreendida pelos ministros Roberto Campos e Octávio Gouveia de Bulhões, bem como de uma enxurrada de investimentos estadunidenses em 1970 (quando aqui entraram tantos dólares quanto nos 10 anos anteriores somados), teve vida curta e em 1974 a maré já virou, ficando muitas contas para as gerações seguintes pagarem.

As ciências, as artes e o pensamento eram cerceados por meio de censura, perseguições policiais e administrativas, pressões políticas e econômicas, bem como dos atentados e espancamentos praticados pelos grupos paramilitares consentidos pela ditadura.

Corrupção, havia tanta quanto agora, mas a imprensa era impedida de noticiar o que acontecia, p. ex., nos projetos faraônicos como a Transamazônica, Ferrovia do Aço, Itaipu e Paulipetro (muitos dos quais malograram).

A arrogância e impunidade com que agiam as forças de segurança causou muitas vítimas inocentes, como o motorista baleado em 1969 apenas por estar passando em alta velocidade diante de um quartel, na madrugada paulistana (o comandante da unidade ainda elogiou o recruta assassino, por ter cumprido fielmente as ordens recebidas!).

Longe de garantirem a segurança da população, os integrantes dos efetivos policiais chegavam até a acumpliciar-se com traficantes, executando seus rivais a pretexto de justiçar bandidos (Esquadrões da Morte).

O aparato repressivo criado para combater a guerrilha propiciava a seus integrantes uma situação privilegiadíssima. Não só recebiam de empresários direitistas vultosas recompensas por cada "subversivo" preso ou morto, como se apossavam de tudo que encontravam de valor com os resistentes. Acostumaram-se a um padrão de vida muito superior ao que sua remuneração normal lhes proporcionaria.

Daí terem resistido encarniçadamente à disposição do ditador Geisel, de desmontar essa engrenagem de terrorismo de estado, no momento em que ela se tornou desnecessária. Mataram pessoas inofensivas como Vladimir Herzog, promoveram atentados contra pessoas e instituições (inclusive o do Riocentro, que, se não tivesse falhado, provocaria um morticínio em larga escala) e chegaram a conspirar contra o próprio Geisel, que foi obrigado a destituir sucessivamente o comandante do II Exército e o ministro do Exército.

A ditadura terminou melancolicamente em 1985, com a economia marcando passo e os cidadãos cada vez mais avessos ao autoritarismo sufocante. Seu último espasmo foi frustrar a vontade popular, negando aos brasileiros o direito de elegerem livremente o presidente da República, ao conseguir evitar a aprovação da emenda das diretas-já." Celso Lungaretti, in http://naufrago-da-utopia.blogspot.com

T.As. DE ESPANHOL

T.As. DE INGLÊS

Anunciantes

De onde você veio