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quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
PLANILHA DE NOTAS: Espanhol e Inglês 3º colegial
Resultados da P1 de Espanhol e Inglês disponíveis para visualização.
Links no Painel Esquerdo.
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quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Scrap idiota que está rolando nas redes sociais
Não costumo perder meu tempo com tal tipo de recado, mas este passou o limite da racionalidade. O que mais me espanta (ou não!) é o fato de estar sendo repassado por milhares de crianças e pré-adolescentes que se dizem "estudantes". Os comentários entre parênteses são meus.
Para que ir pra escola?
Espanhol: tenho dicionário
(Tente usar um ao mesmo tempo em que lê um livro ou uma revista...)
Inglês: eu vejo filmes
(E provavelmente não deve OUVIR e ENTENDER o que está acontecendo...)
Português: se eu não soubesse não estaria escrevendo isso
(Como NÃO sabe, escreve “isso” ao invés da forma correta “ISTO”)
História: estão mortos
(E em sua família TODOS devem estar vivos, não é mesmo?)
Ciência: já sei as principais partes do meu corpo e naum quero saber maiis
(Se não aprendeu PORTUGUÊS até aqui, imagine CIÊNCIAS. Ah, mas a musiquinha da “cabeça, ombro joelho e pé” deve ser suficiente...)
Geografia: tenho GPS
(Sabe ler e interpretar o “GPS”? Ou talvez, sabe o que significa “GPS”? Certamente ele irá opinar e comentar sobre a mais recente crise econômica e política...)
Matemática: tenho CALCULADORA
(Então tente usar uma para aplicar o teorema abaixo...
... e quem sabe compreender a dedicação, sacrifício e AMOR de seus PAIS por você.)
Artes: é só imprimir do GOOGLE
(Nossa! Como você é inteligente! Já sabe que botão aciona o comando “imprimir”! Será que já sabe onde fica algum Guggenheim?)
#Se vc pensa assim repasse
(Melhor teria sido dizer: se você pensa e age como um idiota...)
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domingo, 5 de junho de 2011
A ETERNA MAFALDA
¡Buenas! A mí me gustan las historietas de Mafalda. Muchísimo, es verdad. No es fácil comprenderlas si se tiene poca o casi nada de una visión del mundo en que vivimos.
Asi mismo, les doy una oportunidad de intentar descubrir el maravilloso mundo de Mafalda y sus amigos en estas cuatro tiritas.
¡Buena lectura y diversión!
Asi mismo, les doy una oportunidad de intentar descubrir el maravilloso mundo de Mafalda y sus amigos en estas cuatro tiritas.
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domingo, 24 de abril de 2011
sexta-feira, 22 de abril de 2011
Versão original: IF, by Rudyard Kipling
Para os que pediram, aqui está a versão original:
IF
If you can keep your head when all about you
Are losing theirs and blaming it on you,
If you can trust yourself when all men doubt you
But make allowance for their doubting too,
If you can wait and not be tired by waiting,
Or being lied about, don't deal in lies,
Or being hated, don't give way to hating,
And yet don't look too good, nor talk too wise:
If you can dream--and not make dreams your master,
If you can think--and not make thoughts your aim;
If you can meet with Triumph and Disaster
And treat those two impostors just the same;
If you can bear to hear the truth you've spoken
Twisted by knaves to make a trap for fools,
Or watch the things you gave your life to, broken,
And stoop and build 'em up with worn-out tools:
If you can make one heap of all your winnings
And risk it all on one turn of pitch-and-toss,
And lose, and start again at your beginnings
And never breath a word about your loss;
If you can force your heart and nerve and sinew
To serve your turn long after they are gone,
And so hold on when there is nothing in you
Except the Will which says to them: "Hold on!"
If you can talk with crowds and keep your virtue,
Or walk with kings--nor lose the common touch,
If neither foes nor loving friends can hurt you;
If all men count with you, but none too much,
If you can fill the unforgiving minute
With sixty seconds' worth of distance run,
Yours is the Earth and everything that's in it,
And--which is more--you'll be a Man, my son!
IF
If you can keep your head when all about you
Are losing theirs and blaming it on you,
If you can trust yourself when all men doubt you
But make allowance for their doubting too,
If you can wait and not be tired by waiting,
Or being lied about, don't deal in lies,
Or being hated, don't give way to hating,
And yet don't look too good, nor talk too wise:
If you can dream--and not make dreams your master,
If you can think--and not make thoughts your aim;
If you can meet with Triumph and Disaster
And treat those two impostors just the same;
If you can bear to hear the truth you've spoken
Twisted by knaves to make a trap for fools,
Or watch the things you gave your life to, broken,
And stoop and build 'em up with worn-out tools:
If you can make one heap of all your winnings
And risk it all on one turn of pitch-and-toss,
And lose, and start again at your beginnings
And never breath a word about your loss;
If you can force your heart and nerve and sinew
To serve your turn long after they are gone,
And so hold on when there is nothing in you
Except the Will which says to them: "Hold on!"
If you can talk with crowds and keep your virtue,
Or walk with kings--nor lose the common touch,
If neither foes nor loving friends can hurt you;
If all men count with you, but none too much,
If you can fill the unforgiving minute
With sixty seconds' worth of distance run,
Yours is the Earth and everything that's in it,
And--which is more--you'll be a Man, my son!
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FELIZ ANIVERSÁRIO MAMÃE!
Rudyard Kipling escreveu as mais belas palavras que os pais poderiam deixar para seus filhos. Todos nós sabemos que nós, filhos, não somos "propriedade" particular e exclusiva de nossos pais: eles nos criam para pertencer ao mundo.Hoje, 22 de abril, é o aniversário de Mamãe. E Kipling pode até se revirar no túmulo, mas vou cometer o "sacrilégio" de alterar seu mais belo poema para minha MAMÃE.
SE
Se és capaz de manter tua calma, quando,
todo mundo ao redor já a perdeu e te culpa.
De crer em ti quando estão todos duvidando,
e para esses, no entanto, achar uma desculpa.
Se és capaz de esperar sem te desesperares,
ou, enganada, não mentir ao mentiroso,
Ou, sendo odiada, sempre ao ódio te esquivares,
e não parecer boa demais, nem pretensiosa.
Se és capaz de pensar - sem que a isso só te atires,
de sonhar - sem fazer dos sonhos teus senhores.
Se, encontrando a Desgraça e o Triunfo, conseguires,
tratar da mesma forma a esses dois impostores.
Se és capaz de sofrer a dor de ver mudadas,
em armadilhas as verdades que disseste
E as coisas, por que deste a vida estraçalhadas,
e refazê-las com o bem pouco que te reste.
Se és capaz de arriscar numa única parada,
tudo quanto ganhaste em toda a tua vida.
E perder e, ao perder, sem nunca dizer nada,
resignada, tornar ao ponto de partida.
De forçar coração, nervos, músculos, tudo,
a dar seja o que for que neles ainda existe.
E a persistir assim quando, exausta, contudo,
resta a vontade em ti, que ainda te ordena: Persiste!
Se és capaz de, entre a plebe, não te corromperes,
e, entre Reis, não perder a naturalidade.
E de amigos, quer bons, quer maus, te defenderes,
se a todos podes ser de alguma utilidade.
Se és capaz de dar, segundo por segundo,
ao minuto fatal todo valor e brilho.
Tua é a Terra com tudo o que existe no mundo,
e - o que ainda é muito mais - és a Mulher mais perfeita, minha mamãe querida!
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sábado, 19 de fevereiro de 2011
Filhos São Espelhos dos Pais? Ou Reflexos Distorcidos?
Prefiro não generalizar, pois muitos filhos de pais e/ou famílias distorcidas superam, em muito, os péssimos exemplos a que são expostos...
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segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
FÉRIAS: Merecidas e proveitosas férias
É isso aí: até 2011 em paz e em repouso catártico porém intelectual.E lembro a todos que as postagens com planilhas de notas já foram deletadas. Creio que todos já sabem os resultados, né?
Bom, até 2011...
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quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
PROVA DE ELITE: Fuvest 2010, não foi surpresa.
Crítica do educador Mateus Prado ao vestibular 2010-2011 da FUVEST. A USP, contrariando a tendência de outras universidades públicas, aplicou um sistema de ingresso elitista, privilegiando a decoreba ensinada em cursinhos e escolas particulares...
Fonte: Último Segundo - IG
Não foi a Fuvest de sempre
Nota de corte caiu porque a prova foi mais difícil e parte do conteúdo da 1ª fase só é visto em escolas tradicionais particulares
Como eu já havia previsto nesta coluna do IG Educação, as notas de corte da Fuvest 2011 caíram. A prova foi mais difícil, a concorrência diminuiu e as questões pareciam estar ali para selecionar somente para os cursos mais tradicionais e escolher um tipo bem específico de aluno. Era muito fácil prever que a nota de corte iria cair.
Posso dizer que, hoje, estão extremamente satisfeitas cerca de duas dezenas de escolas particulares tradicionais do Estado de São Paulo, por que a prova deste ano, mais do que nunca, foi feita quase que por encomenda para elas. Muitas das questões propostas pela prova tinham conteúdos que só são vistos nestes colégios. As outras milhares de escolas não chegam a esses conteúdos, e na verdade nem precisam chegar. Também devem estar satisfeitos os sistemas de ensino, que, em sua maioria, enchem os currículos de conteúdos e decorebas e impedem que o professor possa de fato ser um educador.
Notem que mais de 10 cursos tiveram 22 acertos como nota de corte. Para entender melhor o que isso significa, um aluno que soubesse resolver corretamente só sete das 89 questões e marcasse todas as demais em uma única alternativa teria uma nota maior que 22. O que acontece é que boa parte de quem vai estudar na USP no próximo ano teve nota menor que 40% da prova na Fuvest (menos de 36 pontos). Isso mostra que alguns dos alunos que fazem a USP não são capazes de permanecer na vida universitária? A resposta é não. Do jeito que é o vestibular da USP, e neste ano mais que nos outros, ele não seleciona aqueles que são mais capazes de ter sucesso no ensino superior. Vários futuros alunos com nota baixa no vestibular de primeira fase que serão ótimos profissionais e um monte de alunos com nota alta que serão péssimos profissionais.
Isso acontece por que não há, hoje, nenhuma relação direta entre acertar questões conteudistas e ter a capacidade de compreender fenômenos, resolver problemas, fazer e implementar um projeto de vida e conviver de forma ética valorizando as diferenças e a diversidade.
O vestibular, por si só, é excludente. Ele parte da lógica de que existem mais candidatos do que vagas e por isto é necessário selecionar. A USP deste ano reforçou a função de ser, além de excludente, elitista.
Quando se escolhem as questões que estarão em uma prova, se escolhe o perfil de aluno que quer que entre na instituição. Que fique claro, isso não é somente a minha opinião. É o que tem dito o reitor da USP em suas entrevistas. Ou seja, a prova mais difícil, com suas questões conteudistas, não foi mera coincidência. Isso foi feito de forma planejada e articulada, para que o reitor encontrasse exatamente o aluno que ele quer.
Se o reitor quisesse alunos que conseguem conviver no ambiente universitário, não precisava fazer uma prova absurda como foi essa última da Fuvest. É muito mais importante saber as capacidades cognitivas, a resiliência - capacidade do indivíduo de lidar com problemas, superar obstáculos ou resistir à pressão de situações adversas - e a formação ética do candidato do que descobrir se ele sabe o que é "aliteração", "sinestesia" ou o "pretérito perfeito do indicativo".
Alguma coisa precisa ser feita para a USP se democratizar. O caminho, daquela que se orgulha de ser a melhor universidade da America Latina, tem sido o contrário. O vestibular, como vimos, foi totalmente contrário às reformas que os demais vestibulares do Brasil têm feito e extremamente distante do que há de mais moderno na educação. Foi feito para alguns colégios particulares e para as grandes redes de cursinhos.
Os poucos alunos da rede pública que furam este bloqueio já estão ameaçados, pois o reitor anunciou seu desejo de acabar com os cursos de menor concorrência. E para piorar, apesar de o orçamento da USP aumentar todos os anos (devido à vinculação orçamentária, que dá 9,57% do ICMS para as universidades públicas estaduais), o número de vagas na USP não aumenta na mesma proporção.
Fonte: Último Segundo - IG
Não foi a Fuvest de sempre
Nota de corte caiu porque a prova foi mais difícil e parte do conteúdo da 1ª fase só é visto em escolas tradicionais particulares
Como eu já havia previsto nesta coluna do IG Educação, as notas de corte da Fuvest 2011 caíram. A prova foi mais difícil, a concorrência diminuiu e as questões pareciam estar ali para selecionar somente para os cursos mais tradicionais e escolher um tipo bem específico de aluno. Era muito fácil prever que a nota de corte iria cair.
Posso dizer que, hoje, estão extremamente satisfeitas cerca de duas dezenas de escolas particulares tradicionais do Estado de São Paulo, por que a prova deste ano, mais do que nunca, foi feita quase que por encomenda para elas. Muitas das questões propostas pela prova tinham conteúdos que só são vistos nestes colégios. As outras milhares de escolas não chegam a esses conteúdos, e na verdade nem precisam chegar. Também devem estar satisfeitos os sistemas de ensino, que, em sua maioria, enchem os currículos de conteúdos e decorebas e impedem que o professor possa de fato ser um educador.
Notem que mais de 10 cursos tiveram 22 acertos como nota de corte. Para entender melhor o que isso significa, um aluno que soubesse resolver corretamente só sete das 89 questões e marcasse todas as demais em uma única alternativa teria uma nota maior que 22. O que acontece é que boa parte de quem vai estudar na USP no próximo ano teve nota menor que 40% da prova na Fuvest (menos de 36 pontos). Isso mostra que alguns dos alunos que fazem a USP não são capazes de permanecer na vida universitária? A resposta é não. Do jeito que é o vestibular da USP, e neste ano mais que nos outros, ele não seleciona aqueles que são mais capazes de ter sucesso no ensino superior. Vários futuros alunos com nota baixa no vestibular de primeira fase que serão ótimos profissionais e um monte de alunos com nota alta que serão péssimos profissionais.
Isso acontece por que não há, hoje, nenhuma relação direta entre acertar questões conteudistas e ter a capacidade de compreender fenômenos, resolver problemas, fazer e implementar um projeto de vida e conviver de forma ética valorizando as diferenças e a diversidade.
O vestibular, por si só, é excludente. Ele parte da lógica de que existem mais candidatos do que vagas e por isto é necessário selecionar. A USP deste ano reforçou a função de ser, além de excludente, elitista.
Quando se escolhem as questões que estarão em uma prova, se escolhe o perfil de aluno que quer que entre na instituição. Que fique claro, isso não é somente a minha opinião. É o que tem dito o reitor da USP em suas entrevistas. Ou seja, a prova mais difícil, com suas questões conteudistas, não foi mera coincidência. Isso foi feito de forma planejada e articulada, para que o reitor encontrasse exatamente o aluno que ele quer.
Se o reitor quisesse alunos que conseguem conviver no ambiente universitário, não precisava fazer uma prova absurda como foi essa última da Fuvest. É muito mais importante saber as capacidades cognitivas, a resiliência - capacidade do indivíduo de lidar com problemas, superar obstáculos ou resistir à pressão de situações adversas - e a formação ética do candidato do que descobrir se ele sabe o que é "aliteração", "sinestesia" ou o "pretérito perfeito do indicativo".
Alguma coisa precisa ser feita para a USP se democratizar. O caminho, daquela que se orgulha de ser a melhor universidade da America Latina, tem sido o contrário. O vestibular, como vimos, foi totalmente contrário às reformas que os demais vestibulares do Brasil têm feito e extremamente distante do que há de mais moderno na educação. Foi feito para alguns colégios particulares e para as grandes redes de cursinhos.
Os poucos alunos da rede pública que furam este bloqueio já estão ameaçados, pois o reitor anunciou seu desejo de acabar com os cursos de menor concorrência. E para piorar, apesar de o orçamento da USP aumentar todos os anos (devido à vinculação orçamentária, que dá 9,57% do ICMS para as universidades públicas estaduais), o número de vagas na USP não aumenta na mesma proporção.
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