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terça-feira, 7 de julho de 2009

TEORIA DE RESPOSTA AO ITEM: ou TRI

A Teoria da Resposta ao Item, muitas vezes abreviada apenas por TRI, é uma modelagem estatística utilizada em medidas psicométricas, principalmente na área de avaliação de habilidades e conhecimentos.

Será utilizada no Enem 2009 e subsequentes. Bom, mas o que é a TRI? De modo simplista posso dizer que a TRI elimina por completo o "
chute" de respostas, privilegiando aqueles que realmente dominam os assuntos testados.

Em um país como o Brasil, a adoção da
TRI por instituições de ensino renomadas (que verdadeiramente merecem usar a palavra "ensino") já se tornou corriqueira. No entanto, sua utilização no Enem gerou repúdio por parte de alguns sistemas de "ensino" (aspas minhas!), e temor por parte dos alunos de ensino médio.

Para tentar esclarecer um pouco, tive o prazer de receber a seguinte resposta do Professor Tadeu Ponte. Tadeu, para os que não o conhecem, é Coordenador Executivo do Vestibular do
Insper (antigo IBMEC-São Paulo). Leiam com muita atenção suas ponderações e explicações.

Abraços a todos e férias chegando...


"Caros vestibulandos,

Nas minhas visitas a escolas e cursinhos, tanto na capital quanto no interior, tenho recebido frequentemente perguntas de vocês sobre a utilização da Teoria de Resposta ao Item (TRI) no processo de apuração de notas que adotamos para o nosso próximo vestibular.

A primeira coisa que eu costumo dizer a todos que me perguntam sobre isso é: “fique tranquilo, se você está preparado, você terá um bom desempenho, seja na apuração usual (média ponderada de porcentagens de acertos) ou na apuração por TRI”.

Gosto de ver como vocês, vestibulandos, são bons de opinião e não desistem facilmente do ponto. Pois, nem bem eu termino a minha resposta, o pessoal já pergunta: “mas e essa história de acerto casual e dos pesos das questões? isso não pode me prejudicar?”.

Compreendo o receio da galera, pois o Ibmec São Paulo está colocando algo que não é muito comum nos vestibulares. Não nos custa responder, pois inovação é uma coisa que a gente realmente curte aqui na faculdade, principalmente se for algo para melhorar os processos para os nossos alunos e futuros alunos. Quantas coisas não inovamos nesses dez anos de faculdade? Isso nos dá particular satisfação quando vemos o impacto dessas inovações aí pelo mercado, concretizado no valor que as empresas dão aos alunos que formamos todos os semestres.

A verdade é que ninguém será prejudicado por isso. Os alunos pensam ” se eu acertar questões mais fáceis, elas terão menos peso?” Nossa resposta: “sim, o modelo da TRI calibra um parâmetro de dificuldade para cada questão e, com isso, os acertos das questões mais fáceis aumentam menos a pontuação do candidato”. Peço aos caros vestibulandos que pensem no seguinte: “se você acertar questões mais difíceis, elas também terão mais peso…”

Pessoal, tudo tem dois lados, não vejam somente o lado que pode lhes prejudicar.

Eu gostaria de finalizar este post compartilhando com vocês um trecho da recente proposta que o Prof Reynaldo Fernandes, presidente do INEP/MEC, encaminhou à Associação dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior, descrevendo o NOVO ENEM, que já deve entrar em vigor ainda este ano.

“O Inep domina a tecnologia de desenvolvimento de testes pela metodologia da TRI, que se caracteriza por medir habilidades de cada indivíduo e pela utilização de itens de prova com diferentes níveis de dificuldade, que permitem identificar o nível de habilidade do alunos a partir do conjunto de itens que ele acerta.”


5 comentários:

  1. menos pso nas mais fáceis? Xiiiiiii!!!

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  2. @Lucas e Carla: provavelmente sim, se forem "chutar"!!!!
    @João: partimos do princípio que quem sabe as mais difíceis não terá problemas com as mais fáceis...

    ResponderExcluir
  3. Isso vai complicar as coisas pra quem só faz o enem por fazer.

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