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terça-feira, 13 de abril de 2010

Dia do Hino Nacional Brasileiro: cacofônico e hermético pra nenhuma sociedade secreta colocar defeitos!

Se tem algo que eu gosto bastante, são textos ácidos porém objetivos e que podem agregar algum valor nas pobres e manipuladas mentes da maioria dos brasileiros. Este é um exemplo, direto da Revista Bula (www.revistabula.com)

POR EM 09/03/2009 ÀS 08:22 PM

Herói Cubrado & Retumbante

publicado em
E o escudeiro Retumbante, quem será? Obviamente que outro não é, senão Fernando Collor, que em outras eras foi o algoz de Lula. O senador alagoano acaba de ser ressuscitado das trevas, do fundo de seu impeachment histórico, que representou a sua ré-tumbância. Fernando Collor acaba de se tornar o mais importante parceiro do Herói Cubrado Lula na condução do PAC
Engana-se quem pensa que o horroroso cacófato, encontrado logo no segundo verso do Hino Nacional Brasileiro,  seja apenas fruto da incúria de nossos  antigos compositores. A coisa é muito mais misteriosa do que inicialmente se parece. Na ausência de profetas bíblicos ou mesmo de um Nostradamus de plantão para abrir frestas  no futuro indevassável,  a peça cívico-musical  serviu de meio para a veiculação de secretos recados.   Algum presságio profético, perpetrado por providências enigmáticas, está inserido ali naquela abrupta trombada de letras. Não tenha dúvida.
Nosso hino é propositalmente escrito numa linguagem arrevesada, hermética, quase impossível de entender. Dá a impressão inicial de que se trata de uma peça de exaltação patriótica. Do tipo nóis é o bão. Nóis capota mais num breca. Nóis é nóis e o resto é nóis traveis.  Mas nas entrelinhas o hino dá notícias sinistras de um gigante pela própria natureza, ou seja, um mondrongo que não se adapta à vida prática e que tal mondrongo está deitado eternamente em berço esplêndido. Ou seja, sofre de algum tipo de preguiça de nascença ou distrofia congênita. Faz ainda relatos apocalípticos de armas  (clava), miséria(penhor), de lutas, cruzes  (cruzeiro) e morte.  E aquele salve! salve! do estribilho não deve ser tomado como viva! viva!, como até poderia parecer num primeiro instante. Talvez expresse mais um grito de desespero: help! help! Ou: Ô, cara! Acuda a gente, pô!
Agora o mais terrível mesmo é o tal do cacófato do segundo verso. Esse é de lascar o cano. Lança uma advertência fatal de que num momento tenebroso do futuro, pois o futuro é o cenário próprio das profecias, aparecerá uma dupla arrasa-quarteirão, tipo final dos tempos, para nos atribular de forma irremediável: Herói Cubrado & Retumbante.
E aqui não se trata de personagens satíricos que, numa técnica romanesca, nos alertam pelo contrário senso, que nos mostram como não devemos ser. Assim como Dom Quixote e Sancho Pança, de Cervantes. A profecia do Hino, como de resto toda profecia, é cabalística, fatal, manobrada por forças ocultas, que não retrocedem nunca. Você recebe aviso de que uma desgraça vai acontecer e qualquer esforço para evitá-la significa apenas mais um passo rumo ao buraco.
Sem a pretensão de retirar significados ultraprofundos, nem de realizar leituras acrósticas e transversais, como costumam fazer os exegetas da Bíblia e das Centúrias de Nostradamus, fiquemos com algumas considerações liminares dos dizeres apenas um pouco além dos sentidos textuais.
O binômio Herói Cubrado traz dois termos paradoxais entre si, mas que no fundo são complementares. Herói é o sujeito notabilizado pelos seus feitos grandiosos. Já cubrado requer um pouco mais de imaginação. Trata-se do particípio do verbo cubrar, que neste caso vira um adjetivo, um qualificativo do herói.  Mas que verbo é esse? Vamos devagar que profecia é coisa embaraçada.  Mas quem tiver ouvidos de ouvir, que ouça. Cubrar é uma variação espúria do verbo cobrir, derivada talvez do presente do seu subjuntivo: que eu cubra, que tu cubras,  que ele cubra etc. Daí, o verbo cubrar. Essa derivação não logrou alcançar os dicionários de hoje em dia. Uma desinência que ficou perdida, qual gene recessivo que de vez em quando emerge do fundo atávico  do idioma. Como o verbo ponhar, muito usado na região rural do Mato-Grosso, que pelo mesmo processo, veio do subjuntivo do verbo pôr.
Mas, com os devidos ajustes, herói cubrado seria então herói coberto, ou cobrido. 
Pelo sentido das entrelinhas, boa coisa não é. Coberto na linguagem de fazendeiros e peões significa que a rês fêmea já foi fecundada pelo macho. Em português claro, e obviamente chulo,  Herói Cubrado, quer dizer herói  coberto, ou fodido.  Ou seja, alguém que foi muito bem até certo ponto, mas depois desembestou-se.
E o escudeiro de tal herói, o Retumbante, o que significa? Numa linguagem de dicionário é aquele que reflete com estrondo, que estrondeia, que ecoa, que ribomba, que se vangloria ou se apresenta com arrogância.
Mas numa linguagem de profecia, o significado vai mais além.  É alguém que tendo alcançado posição de destaque, entra num processo de derrocada, de marcha à ré até capotar. Ré-tumbante é exatamente isso. O sujeito não só anda para trás (ré), como ainda tomba(ou tumba, num jeito nordestino de dizer).
O leitor medianamente perspicaz  já terá percebido que a profecia do Hino está em plena operação.
O presidente Lula se constitui no primeiro momento um herói. Retirante nordestino que consegue mobilizar trabalhadores, fundar um partido e chegar à Presidência da República, conduzindo os sonhos de uma nova ordem. Mas daí vem a fase do Cubrado: Aerolula, mensalão, Zé Dirceu, Marcos Valério,  dinheiro na cueca  do assessor e na conta do filho, os aloprados,  apagão aéreo, apóio a Renan, diplomacia pífia, fome zero, parceria com Chavez, o inchaço do estado, a marolinha, o PAC de Dilma, a apologia da ignorância, os impostos escalpelantes, um horror.
E o escudeiro Retumbante, quem será? Obviamente que outro não é, senão Fernando Collor, que em outras eras foi o algoz de Lula. O senador alagoano acaba de ser ressuscitado das trevas, do fundo de seu impeachment histórico, que representou a sua ré-tumbância. Fernando Collor acaba de se tornar o mais importante parceiro do Herói Cubrado Lula na condução do PAC, a maior tramóia de todos os tempos para um projeto de conquista e/ou manutenção de poder. Leia-se: a eleição de Dilma Rousseff!
Portanto, os enviados de mundos sinistros Herói Cubrado & Retumbante, premonizados pela face profética do Hino, já estão revelados e operando as mazelas de que foram incumbidos. Estão aí para aviar as mais terríveis profecias da pós-modernidade brasileira. E aonde isso vai dar? Quem sobreviver verá.  Salve! Salve!

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