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quarta-feira, 23 de abril de 2008

8 Hábitos de uma Pessoa Ineficiente


1. Querer ser admirado

2. Não querer ser criticado

As pessoas nos admiram pelos motivos mais estranhos. Geralmente não por aqueles que achamos que deveriam. Às vezes você pensa que fez uma obra de arte, mas elogiam a moldura. Ou alguém vem parabenizá-lo enfaticamente e você se questiona: “tem certeza de que fui eu que escrevi isso?” O mesmo vale para crítica. Muitos o odeiam por coisas que você nunca disse ou diria.

Tanto opiniões positivas quanto negativas têm muito mais a ver com quem as emite do que com o seu trabalho. O que você diz sempre pode detonar uma crise existencial em alguém. Exemplo: há muitos que apoiam suas identidades em se achar mais espertos do que a auto-ajuda, ou mais práticos do que “os filósofos arrogantes”, em ser adeptos da ciência em detrimento da religião ou vice-versa, gostar da Nintendo e odiar a Sony, em ser de esquerda ou de direita, gay ou hétero etc.

Tudo porque, depois do iPhone, a insegurança é um dos produtos mais populares da humanidade. Se você esbarrar nela, será elogiado ou detonado. Assim, o ideal é tentar manter a cabeça fria e aprender com ambos os lados. Para em seguida descobrir que também somos inseguros, tendenciosos e que poderíamos ter interpretado melhor uma crítica ou elogio. Mas faz parte. É tentar de novo amanhã.

3. Querer ganhar
4. Não querer perder


A chamada lei de Murphy é a maior comprovação de que nunca dá para saber ao certo o que vai acontecer. Você pode se cercar dos maiores cuidados para acertar, mas geralmente alguma coisa escapa. Aquela que mais o irrita. E nem sempre isso é ruim: o que você acha que é uma vitória hoje amanhã pode se mostrar uma derrota. Uma das coisas mais difíceis de aprender é a ser flexível e aceitar a incerteza. Porque nossa vaidade não gosta do fato de que, a menos que sejamos oniscientes, estamos condenados a “apenas” fazer o melhor que der.

5. Querer ser feliz
6. Querer evitar a infelicidade


O raciocínio aqui é semelhante. Quem sabe exatamente o que é ser feliz? Quem sabe se o problema de hoje não será a solução de amanhã? Prudência é uma coisa, paranóia é outra. E como saber os limites? Nem sempre é possível. A vida é beta. Um aplicativo que nem sempre funciona. Mas, como diria o filósofo do metal, Carlos Lopes, nos anos 80: “O medo da dor é mais forte que a própria dor”. Assim, melhor não se apegar a conceitos de felicidade / infelicidade que podem mudar em alguns anos.

7. Querer ser famoso
8. Não querer ser ignorado


Esse é um mal que assola quem trabalha com comunicação. Hoje em dia dá até para medir sua “fama” no Google Analytics (sistema que diz quantas pessoas visitam seu site) ou pelos buscadores. Há quem ande na rua querendo ser reconhecido só porque fez um podcast... criticando a cultura das celebridades televisivas. Outros aceitam qualquer convite, para qualquer coisa, desde que “apareçam”. Nunca vão admitir isso nem para si mesmos, mas alguns de nós gostaríamos de ser a Paris Hilton dos blogs ou das comunidades online.

O problema é que, novamente, fama ou ostracismo quase sempre não dependem do nosso trabalho. Há muitos fatores incontroláveis que influenciam nisso. Podemos fazer o melhor que der, seguir técnicas e ser bons de marketing pessoal. E até ganhar algum reconhecimento com isso. Mas trabalhar só para ser reconhecido é preparar a própria frustração.

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